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( 28/09/2011 ) Coordenadora de Educação Ambiental de Porto Alegre faz palestra para professoras do Litoral Norte
 


A bióloga e mestre em Ecologia Rosa Maris Rosado, coordenadora de Educação Ambiental da rede municipal de Porto Alegre,  fez uma palestra na  tarde de quinta-feira, 22, no Centro Regional de Formação Pastoral em Dom Pedro de Alcântara, para  professoras e professores do município e de escolas de  Morrinhos do Sul, Três Cachoeiras e  Torres, durante a 22a Etapa de Formação da Teia de Educação Ambiental Mata Atlântica. Além das escolas, estavam representados o curso de Biologia da Ulbra Torres, a Secretaria Municipal de Educação de Três Cachoeiras (Smec), o Departamento de Gestão Ambiental de Dom Pedro de Alcântara, a ONG Ação Nascente Maquiné ( Anama) e a Prefeitura de Mampituba.

Responsável pela abordagem sistêmica da Educação Ambiental de  97 escolas,  mais 200 conveniadas da Capital, Rosa Maris começou a apresentação com uma sequência de charges sobre algumas questões como as mudanças climáticas, consumismo e desmatamento." As charges são muito usadas em sala de aula para trabalhar Educação Ambiental", explicou a educadora. A seguir, contextualizou a trajetória da rede de educação ambiental de Porto Alegre  desde a década de 1970, na história do movimento ambiental mundial.

Rede de educadores da Capital começou em 2000
Conforme Rosa, a rede  mais estruturada  começou em 2000  e  teve como marcos principais o lançamento do Atlas Ambiental de Porto Alegre e a criação dos Laboratórios de Inteligência do Ambiente Urbano (Liau).  Hoje a rede  tem um lugar na gestão municipal - que é o espaço das temáticas contemporâneas, da participação em discussões relativas ao Código Florestal e  à Justiça Ambiental, muitas vezes em parceria com movimentos como o Xingu Vivo. Como referência de informação sobre temas a serem apropriados pelos educadores e estudantes,  recomendou o mapa da injustiça ambiental e  da saúde no Brasil. Para a educadora, o  aumento da percepção torna os professores mais responsáveis no papel transformador da Educação Ambiental.

Professoras da Teia se identificaram com o trabalho
Para as educadoras da Teia de Educação Ambiental Mata Atlântica, conhecer a realidade  e as estratégias dos educadores ambientais de uma metrópole nacional levou à valorização dos trabalhos desenvolvidos nas escolas locais. "Ela mostrou práticas que nos identificaram com trabalho da rede de educadores ambientais de Porto Alegre", considerou a professora de Ciências Elaine Schaeffer. Na opinião de Elaine, além do Laboratório de Inteligência do Ambiente Urbano ( Liau), chamou a atenção a forma como esta rede registra tudo que é feito em Educação Ambiental.

A 22ª Etapa de Formação da Teia de Educação Ambiental Mata Atlântica foi realizada no âmbito do projeto Cultivando nosso clima,  implementado pela ONG Centro Ecológico com apoio da Sociedade Sueca para Proteção da Natureza

A Teia começou a ser formada em outubro de  2005 e reúne cerca de 35 educadoras de escolas da rede pública do Litoral Norte do Rio Grande do Sul.


   
 

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