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( 06/10/2009 ) Etapa de formaçao da Teia propõe hortas e agroflorestas como espaços de aprendizagem
 


Na comunidade do Chimarrão, em Três Cachoeiras, a escola Fernando Ferrari se prepara para implementar um quintal agroflorestal. Em Morrinhos do Sul, a escola João Steigleder produz alimentos orgânicos para a merenda e até fornece o excedente para outras escolas. No bairro São Brás, em Torres, a escola Manoel João Machado está iniciando um trabalho sobre hortas urbanas.

Essas são algumas boas notícias sobre trabalhos desenvolvidos nas escolas da rede pública do Litoral Norte que contam com professores e professoras integrados à Teia Regional de Educação Ambiental Mata Atlântica.

A apresentação das atividades foi sugerida pelo agrônomo e doutor em Recursos Genéticos e Vegetais Jorge Luiz Vivan, como ponto de partida para as 17ª e 18ª Etapas de formação da Teia, realizada na segunda-feira, 05 de outubro, no Centro de Formação Pastoral em Dom Pedro de Alcântara, Litoral Norte do Rio Grande do Sul.

O facilitador propôs trabalhar com os chamados mapas mentais antes da apresentação da palestra Sistemas agroflorestais e desenvolvimento sustentável. Vivan também discutiu a importância das vivências de cada pessoa para a formação de uma base cultural transgeneracional, planetária e interespécies: A nossa perspectiva cultural é fruto de uma trajetória. Se a gente consegue ter um olhar para outras culturas, mais ampla, a gente também tem facilidade de olhar para a diversidade de um círculo pequeno, como uma turma de alunos. A professora tem que ser a moderadora destas diferenças.

Com os mapas mentais, Vivan espera que os professores e professoras tenham uma ferramenta de planejamento em que as ideias possam ser organizadas de acordo com o funcionamento do pensamento humano – principalmente das crianças - que se processa através de conexões.

A professora Carolyn Nuttall, de Queensland, na Austrália, fez uso deste tipo de planejamento com mapas mentais e conseguiu vencer o desafio de reunir disciplinas como matemática, geografia,história, ciências sob o viés da recuperação paisagística do espaço da escola. Ela começou com uma horta, que evoluiu para uma agrofloresta, que passou a ser o eixo pedagógico do ensino aprendizagem. O resultado dessa experiência está compilado no livro Agrofloresta para crianças: Uma sala de aula ao ar livre, que em breve será distribuído para os educadores e educadoras da Teia.

A 17ª e 18ª Etapas de formação para professores da Teia Regional de Educação Ambiental foi viabilizada através do
projeto “Cultivando nosso clima: promovendo a produção e consumo de produtos ecológicos para ‘esfriar’ o planeta”, apoiado por SSPN – Sociedade Sueca de Proteção à Natureza.


   
 

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5/12
Encontro Estadual da Cadeia de Frutas Nativas
11/12
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